O começo do fim 2
Uma bela explicação das ideologias que movimentaram o mundo no último século e que de fato estão envolvidas nesta crise.
É realmente claro e confirmado que as tendências neoclássicas são falhas, baseado em premissas que não se pode confiar. A crença de que o livre mercado e a mão invisível irão gerar um ponto de equilíbrio na função lucro/trabalho é um erro que todos aqueles que vivem no mercado globalizado capitalista tendem a crer e se sentir enganados quando a crise vem a tona. A pior parte é ver a crença cega que essas pessoas têm que no curto prazo tudo vai melhorar, e infelizmente não vai.
É fato também que o mercado, mesmo tendo suas regulamentações legais, encontra brechas e assim começa o descontrole. Vale lembrar aqui a sábia passagem de Margarido que sempre disse que o engenho uma é uma coisa sem limite, e os contratos sempre tendem a se proteger deste engenho. Mas, a assimetria de informação e o oportunismo são coisas que fazem parte do dia a dia de qalquer sistema econ6omico, e por isso que Keynes ( o maior economista do último século ) tem a sua tese posta em xeque.
Agora serei muito político, pois sabes que não é pessoal a crítica, e que mesmo concordando com tudo que foi dito econômica e culturalmente falando a coisa é mais complicada.
Marx, como estudante das teorias econômicas, fez um retrato transparente, irrevogável e definitivo sobre o que é o capitalismo, suas bases e suas desigualdades.
É natural do capitalismo a criação da desiguldade, e isso vêm da sua formação. Quando lá ne velha e antiga Bretanha começaram a ocorrer os cercamento e coisas do tipo, e desde entào vivemos em um mundo que a base é a desigualdade e individualismo.
Mas Marx, incrível teórico, desenvolveu planos políticos e grande parte deles foram colocados em prática, mas nenhum surti o efeito esperado. Assim como Keynes, Marx não contava que o desejo de individualidade humana sumplantasse o instinto coletivo. É fato que para essa crise Marx mais uma vez está certo, mas isso são base para justificativas do que já passou, olhamos agora para um cenário “caótico” onde não só questões econômicas estão sendo tratadas e sim questões morais também.
Estamos no momento em que vivemos a história e somos peças para faze-la. Nào devemos simplismente olhar para os grandes nomes e falar é de fato eles estavam certos, e sim, com a ajuda deles nos tornarmos grandes nomes.
Filed under: Crise de 2008, Opinião, Teoría Econômica